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Vereador apoia medidas para reduzir poeira no Aeroporto

O presidente da Câmara de Vereadores Rio Claro, André Godoy, participou nesta segunda-feira (12) de reunião na Secretaria Municipal de Meio Ambiente para discutir medidas que reduzam a poeira que se precipita nos pousos e decolagens realizados no Aeroporto Adhemar de Barros. Na semana passada, o Promotor de Justiça, Gilberto Porto Camargo, instaurou inquérito civil em que determina que a Prefeitura avalie a necessidade de redução das atividades no local. “Não podemos impor a solução de um problema existente há décadas de uma hora pra outra e por intermédio de medidas drásticas”, declarou Godoy ao término do encontro que teve as presenças do secretário Ricardo Gobbi e do presidente do Aeroclube de Rio Claro, Benedito Renê Fischer, entre outras pessoas.

André Godoy participa de reunião na Secretaria Municipal de Meio Ambiente com diretoria do Aeroclube de Rio Claro.

Segundo o vereador, o que ficou evidente durante a conversa é a disposição dos envolvidos na busca de soluções para minimizar a eventual poluição atmosférica nas imediações do Aeroporto Adhemar de Barros, onde o Aeroclube funciona desde 1939. “É importante esclarecer que o Aeroclube e seus associados não utilizam sozinhos o Aeroporto. Também existem os proprietários de hangares, sem contar que, por ser homologada, a pista pode ser usada por qualquer aeronave compatível com as suas especificações”, observa André Godoy.

“Quando recebemos a intimação não tínhamos ideia do que ocorria e pedimos ajuda ao André, que nos colcou em contato com o secretário do Meio Ambiente”, diz o presidente do Aeroclube, Benedito Fischer. “Cuidamos de serviços menores de manutenção, mas nas ações maiores sempre recorremos à Prefeitura”, justifica Fischer.

Já o secretário Ricardo Gobbi avalia a reunião como extremamente positiva. “Ficou bem retratado que a responsabilidade não é exclusiva do Aeroclube. A pista do aeródromo é homologada e qualquer aeronave pode utilizar nos horários permitidos. Levantamos elementos para ajudar a mitigar o problema e teremos condições de informar o Ministério Público dentro do prazo estabelecido de trinta dias”, informa Gobbi.